07Mar 2013
Postado às in Eu, Reflexões, Sentimental

Tenho estudado, há algum tempo, os contos de fadas. Na verdade, esse tipo de narrativa é o meu objeto de pesquisa. Não quero, entretanto, falar sobre o que venho pesquisando na minha dissertação de mestrado, mas falar sobre o meu conto de fadas favorito. Peço que apaguem, antes, qualquer besteira que a Disney tenha cagado na cabeça de vocês, profanando em suas memórias os contos de fadas clássicos. Esqueceram-se da Disney? Ok, então agora posso dizer que meu conto de fadas favorito é "A Sereiazinha" do dinamarquês Hans Christian Andersen. Sei que essa história sempre orientou minha visão amorosa e minha vocação para romances desastrosos. Muitos podem "torcer" o nariz e dizer que os contos de fadas não tem nada a ver com nossas idiossincrasias. Tolice! Apesar de superados na vida adulta, os contos de fadas imprimem em nossas almas marcas indeléveis. Aos que não conhecem a história da Sereiazinha a qual me refiro e só conseguem pensar no siri Sebastião cantando para jovem Ariel que "o fruto do meu vizinho parece melhor que o meu..." irei contar brevemente a história da Sereiazinha que conheci na minha infância. Era uma jovem Sereia que vivia com as irmãs mais velhas, o pai e ...